NO DIA 27 DE SETEMBRO DE 2016 RECEBEMOS OS PRIMEIROS RAIOS DO AMANHECER GALÁCTICO

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Houve uma muito pequena pausa nos trabalhos galácticos de hoje.

Quase todas as atividades pararam … Um grande silêncio no Universo e mais de 21 raças Galácticas diferentes fizeram uma pequena pausa para ver e se maravilhar com o tão aguardado e maravilhoso evento.

Os primeiros raios de luz preenchendo nossa Via Láctea.

Entrando no que seria a nossa Primavera Galáctica ou primeira Onda de energia da 5D e a 1º Onda da Ascensão.

Desde a vastidão do Grande Sol Central emanaram os brilhantes Raios Cristalinos Azul Safira e Dourado cobrindo completamente o nosso Sistema Solar, iluminando tudo o que nele existe ….

A Federação Galáctica, Mestres e Irmãos Superiores que têm acompanhado este processo, todos eles às lágrimas hoje, testemunhando os Primeiros Raios de Luz da Primavera Galáctica nos iluminando … O trabalho extenuante e difícil de 26.000 anos hoje rendeu frutos. Tudo é Luz … Um evento sublime ….

Uma quantidade de naves-mãe, grandes, pequenos Seres de incontáveis planetas observando, cientes de tudo o que acontecia.

Habitantes de nossos planetas de origem e nossas Famílias Galácticas com lágrimas nos olhos e cheios de emoção por cada um de nós e os nossos passos, já que temos estado aqui mais tempo do que o planejado …

Suas preces foram ouvidas … Felizes e ansiosos nos buscam nesta Primeira Onda de Ascensão, já que em consciência estamos mais perto Deles e, purificados, podemos agora manter o contato há muito aguardado e desejado …

 

As Ondas de Ascensão são realizadas como a operação de uma barragem e suas eclusas …

1ª, 2ª e 3ª Onda.

As pessoas já estão “divididas”, ainda que nada é definitivo …

O Despertar é massivo uma vez que foi acordado com nosso Eu Superior, no entanto haveria quem poderia estar resistindo às mudanças e ficar para trás na última Onda de Ascensão tornando mais difícil e complicada a sua estadia nestas altas frequências.

E, desta maneira, estaria forçando sua consciência para continuar em um mundo 3D dual, onde a aprendizagem é de dor como já conhecemos – e sabemos e acreditamos que muito poucos querem repetir.

Por desígnio divino, somos uma raça muito especial…  é por isso que nos encontramos incorporados neste tempo e espaço desempenhando um papel importante neste momento crucial. Uma vez que esta Ascensão que estamos vivenciando é exponencial para outras raças.

Além de que todos de maneira individual participam no coletivo.

Esta leitura traz uma carga elevada de vibração por isso, se chegar a você é porque a mensagem tinha que estar em seu coração.

O momento de Despertar é hoje, não amanhã; flua com as altas frequências.

A mudança de paradigmas é uma Escolha Consciente, o poder não está mais no trabalho, nas parcerias, contatos, política, governo, uma casa e tudo aquilo que antes lhe deu “segurança” – hoje está sendo dissolvido…

O autêntico e verdadeiro Poder vive em você e em seu coração, permita que saia …

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br
Original – Oroborus
Grata Vilma!

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Amanhecer Galáctico

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As Raças Raízes

Tenho feito referências esporádicas ao processo evolutivo do planeta Terra e creio que chegou o momento de falar sobre as Raças que já o habitaram e que habitarão no futuro próximo. Antes, porém, farei uma pequena explanação sobre o processo evolutivo dos orbes (corpos celestes), como a Terra, a fim de facilitar a compreensão de assunto tão vasto.

Quando da formação de um orbe há a instauração e instalação de um sem número de processos energéticos e espirituais que visam dar suporte à vida em seus vários níveis. Isso ocorre mesmo antes dos processos físicos. O planeta Terra foi planificado para ser, inicialmente, palco para processos físicos densos e, futuramente, palco para processos ascensionais. Explicando de outra forma, temos que a Terra foi planejada para servir de instrumento evolutivo para uma faixa muito grande de experimentações espirituais, dos quais falarei em colunas futuras.

Quanto às Raças, cinco se desenvolveram dentro do plano existencial denso e duas florescerão em planos mais sutis. Cada Raça Raiz é dividida em sete sub-Raças e cada uma aprimora os atributos da anterior e prepara o ambiente para a próxima. Assim temos as seguintes Raças:

Primeira Raça Raiz: Forjou a base humanóide do planeta Terra, não teve um nome e sua existência transcorreu tão-somente em níveis supra físicos (não chegou a encarnar).

Segunda Raça Raiz: Hiperbórea, concentrou-se principalmente onde na época eram as regiões boreais do planeta. Também não chegou a encarnar integralmente (tinham corpos semi-densos). Vibrava no comprimento de onda da Luz Branca, o que lhes emprestava um grau de pureza muito alto. Nesta época ocorreu a invasão do planeta pela Irmandade do Mal (o contraponto energético que propiciou a dualidade), que veio a impulsionar o desenvolvimento desta e das Raças subsequentes.

Terceira Raça Raiz: Lemuriana, primeira materializada no plano concreto. A maioria dos órgãos e sentidos foi desenvolvida por esta Raça que, a partir da sexta sub-Raça automatizou grande parte das funções físicas. As funções sexuais, em especial, foram implementadas e o conjunto hormonal definido, propiciando o desenvolvimento dos Chákras principais. Seu continente, a Lemúria, foi destruído por cataclismos provocados por desvios de conduta quando procuraram ignorar e sobrepujar o equilíbrio da dualidade.

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Quarta Raça Raiz: Atlante, nela se desenvolveu o corpo emocional. Atingiu um patamar tecnológico muito acima do que hoje conhecemos. Ao contrário da nossa sociedade ocidental, não dissociou o etérico do concreto e, por isso mesmo, dominou plenamente as energias vitais do planeta Terra, em especial, o eletromagnetismo. Incorreu nos mesmos erros da Raça anterior, Lemuriana, ao tentar subverter a ordem natural e Celeste da dualidade e teve seu continente, a Atlântida, destruído por cataclismos naturais (erupções vulcânicas e maremotos).

Quinta Raça Raiz: Ariana (a Raça atual). Nela se desenvolveu os corpos mentais concreto e abstrato.  Estamos na quinta sub-Raça e o planeta Terra atingiu seu ápice de densificação, passando agora a sutilizar-se, já preparando as estruturas para o surgimento da sexta sub-Raça que se manifestará em uma freqüência muito mais alta e, portanto, menos sujeita aos efeitos da dualidade. Estamos saindo do período conhecido como “noite galáctica” para o chamado ”dia galáctico” (neste momento, ano de dois mil e oito, iniciamos o quarto final do “tempo do não-tempo”, período de vinte anos que antecede o período de “claridade”).

A exemplo das duas Raças anteriores, a nossa também busca subverter as Leis Celestes e sobrepujar a dualidade (brevemente falarei sobre a dualidade). Dias difíceis podem estar vindo por aí, caso o equilíbrio e a harmonia não venham a ser restaurados e consolidados.

Sexta Raça Raiz: Deverá manifestar-se quando a consciência do Ser humano estiver estável e as energias espirituais expressarem-se mais livremente. Será regida por Indra (Senhor do elemento ar). Nesta Raça o corpo primordial (monádico) ascenderá aos planos superiores.

Sétima Raça raiz: Nesta Raça o regente monádico (centelha cósmica emanada do Criador), chegará ao seu máximo aperfeiçoamento e se elevará ao estado de Avatar; então o presente ciclo de expressão lógico estará consumado.

Bem, chegamos em um momento de profunda reflexão e avaliarmos sobre o projeto Divino para o nosso amado planeta Terra e para nós, seus filhos. “O chamado para uma reconexão, um despertar para sua missão divina, compreender aquilo que você veio fazer e contribuir com o todo, através de uma grande Jornada Espiritual de você com a fonte criadora, com Gaia (Pachamama)”. Existem algumas poucas fontes de informação confiáveis a respeito, mas, do fundo do meu coração, sugiro que a melhor é a sua própria consciência (a centelha Divina que te anima; o seu “Eu Sou”; o seu Espírito eterno; seu Deus agido).” Que possamos ascender para uma nova consciência conforme a Profecia Celestina nos ensina um chamado para a ação vivenciar nossa própria reconexão.” 

Fonte: Marco Anconi/ Edgar Martins 

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Por que os sensitivos se sentem mal perto de algumas pessoas?

 

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Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.

Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.

Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar

Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.
Leia mais: 30 traços de uma pessoa SENSITIVA

Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.

Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal

Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.

Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:

•Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção

•Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros

•Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima

•Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca

•Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento

•Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações

Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.

Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

Fonte: Resiliência Humana

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Não busque ser feliz, busque ser consciente

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O que você precisa para ser feliz?

Saúde, paz, família, amigos, dinheiro…

As repostas serão muitas.

Não tantas a ponto de não encontrarmos um certo padrão, e nem poucas a ponto de nos esquecermos da pluralidade de personalidades presentes em nosso querido planeta.

Mas a questão não é essa.

Não importa qual o conjunto de “exigências” que você tenha para se considerar feliz. Tão pouco importa se são muitas ou poucas.

Os considerados ambiciosos, ou possuem muitas exigências, ou da gama restrita de exigências que possuem, querem em alto grau, ou querem muito de muito.

Os mais humildes, possuem poucas exigências, ou das muitas que tem, não querem tanta coisa, ou querem pouco de pouco.

Entre o mais ambicioso e o mais humilde, uma infinidade de combinações.

Mas mais uma vez, isso nada importa.

Para os ambiciosos ajuda externa não faltará. O incentivo a competição estará sempre presente. Os mais influentes são os bilionários, ou aqueles que possuem os cargos de três letrinhas do mundo corporativo, ou então, as estrelas da mídia. São deles os conselhos ouvidos, são eles as referências.

Quanto mais se quer, mais duro será o caminho, e a selva, é de pedra.

Para os mais humildes, a armadilha está “no jeito”. Basta você atingir o seu patamar, até então considerado ideal, para que, ou se aumente as exigências, ou o grau de alguma exigência seja alterado para um valor maior.

Mas sejamos honestos, tanto os ambiciosos quanto os humildes, podem chegar lá.

E chegando “lá”, inicia-se um novo desafio, que é manter-se lá. A distância entre a felicidade completa e a tristeza geral, é muito tênue para quem está em busca da felicidade. Basta um insucesso no relacionamento, que toda a felicidade se vai por água a baixo. Basta uma doença onde havia a saúde, que toda a paz se esvai. Basta um “tombo” financeiro, que se esgota toda a confiança. Basta um assalto a mão armada, que desaparece toda a tranquilidade.

Mas vamos abusar do otimismo.

Supondo que você consiga atingir o patamar ideal de felicidade, e consiga manter esse patamar, lhe afirmo que não serão necessárias mais que três encarnações consecutivas alcançando o tal objetivo para que, em algum momento, de dentro do seu coração, venha o seguinte questionamento: isso é ser feliz?

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E a razão de tudo isso é muito simples de se entender, só Deus, o Todo, existe, e Ele, é amor.

Como já foi dito, Deus é fácil de ser entendido, difícil de ser aceito, e só pode ser sentido.

Entendam: Deus, o Todo, é onipresente, onisciente e onipotente. Se Ele é onipresente, Ele está em tudo. Se nós existimos, Ele está em nós, portanto, Ele É nós.

Acontece que Deus é um sentimento, e esse sentimento, é o amor.

Seguindo o raciocínio: só Deus, o Todo, existe, nós, que existimos, só podemos ser “feitos” Dele. Ele é amor, logo, o que somos? Sim, amor.

Tecnicamente falando, nós temos sete corpos, todos constituídos por átomos que vibram em frequências diferentes, pois estão em dimensões diferentes. O conteúdo que preenche cada átomo, esteja ele na dimensão que estiver, a matéria prima da qual eles são feitos, é uma onda, e essa onda, é um sentimento, que é o amor.

Isso implica em dizermos que: na realidade, nós somos feitos de amor, pois “nós”, na verdade, somos Ele.

Então enquanto a felicidade não for oriunda da sensação de se sentir Deus, o Todo, não se pode dizer que é feliz.

Somente quando se sente Deus se atinge a harmonia, pois, a harmonia é fruto do perfeito equilíbrio. E algo só está perfeitamente equilibrado, quando está em sua essência de forma plena, e, a essência de tudo que existe, é Ele, o amor.

Qualquer felicidade diferente dessa, não passa de um mero cumprimento de exigências do seu ego, que são interpretadas pelo seu cérebro, através da liberação de hormônios do prazer, como uma sensação de felicidade, e que terá um breve período de duração.

E pode ter certeza, o ego não se cansará de criar novas e novas exigências, e você, se não tomar as rédeas da situação, irá passar encarnações e mais encarnações correndo atrás dessas exigências, como um cachorrinho corre atrás do próprio rabo.

A busca pela felicidade em si é ilógica. Só buscamos algo que não temos, e se buscamos ser felizes, quer dizer que não estamos felizes. Porém, na verdade, nós não existimos, quem existe é Ele, e Ele, é a felicidade pura.

Enquanto houver a busca pela felicidade, a vida se resumirá a altos e baixos. Somente quando se está consciente, somente quando se está acordado, é que se pode saborear o verdadeiro paladar da existência.

Quando se está consciente é que se sente que somos irmãos, partes do mesmo Todo, e que um relacionamento afetivo só pode existir entre Deuses que vivem o amor incondicional, e não esse “amor” possessivo, alimentado pelo ego, que se vive na Terra da terceira dimensão, onde se estar com alguém, é ter esse alguém.

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Somente quando se está acordado é que se compreende que a doença nada mais é que o fruto de pensamentos e sentimentos “não-Deus” que temos, e que terão seu desaguar no corpo físico. Na realidade, só existe a saúde, o que acontece é que, mesmo que você não se sinta Deus, és Ele em potencial, e, cada pensamento e sentimento que você emitir, terá como resposta exatamente o mesmo conteúdo. Então cada pensamento/sentimento que tiveres diferente do amor, estará promovendo um pensamento/sentimento desarmonioso. O fruto dessa desarmonia, é o que convencionamos chamar, na Terra da terceira dimensão, de doença.

Somente consciente somos capazes de lidar com qualquer “dificuldade” que possamos vir a ter, pois se tem a sabedoria que tudo que vivemos, é fruto de pensamentos e sentimentos que tivemos e que, por estarmos na terceira dimensão, terão uma diferença de tempo entre a ação e a reação. Então um “tombo” financeiro nada mais é que a reação a um pensamento/sentimento diferente do amor incondicional que tivemos no passado, na “frente” financeira de nossa vida.

Somente acordado temos a lucidez de entender que toda violência, toda maldade, na verdade, não existem. O que existe são irmãos que se perderam no caminho, que em algum momento da sua existência esqueceram que são Deuses e, a partir desse esquecimento, cometem atos contra seus próprios irmãos. A esses atos de baixa vibração, demos o nome de maldade.

É preciso que se entenda que todo o sofrimento que passamos, toda a tristeza que temos, são frutos de pensamentos e sentimentos de um estado de consciência diferente da unicidade com Deus, o Todo. Não existe punição, não existe julgamento, o que existe é eletromagnetismo, e o que enviamos, é o que recebemos.

O caminho de volta para casa começa com o autoconhecimento, onde é possível reconhecer, em si mesmo, todos os programas, todas as crenças limitantes que te impedem de ser quem realmente é, que é Ele, o Todo.

Somente através da meditação, somente através da expansão da consciência, é que podemos atingir um estado que nos permita enxergar, com os olhos de ver, as amarras que terão que ser desfeitas para voltarmos a nossa essência.

Nada na vida de um ser é mais importante que a busca pela iluminação espiritual, nada é mais importante que estar acordado, pois, somente assim é possível encontrar a paz, somente assim, é possível sentir o amor.

Busque conhecimento, emita amor, seja Luz!

fonte: http://www.despertando.com.br

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TEOTIHUACAN o lugar onde a divindade é alcançada.

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Teotihuacan foi um grande centro gerador e produtor no período clássico ou o esplendor do Cen chamado Anahuac. Os toltecas não eram uma cultura, muito menos um grupo étnico. Pelo contrário, houve um certo grau de conhecimento. Os toltecas eram homens e mulheres de conhecimento de todos os povos e culturas que se reuniram em Teotihuacán para pesquisar e aprender novas contribuições Toltecáyotl, antes de retornarem para suas cidades natais para disseminarem entre os alunos e professores de vários povos que existiam do que é agora a Nicarágua ao norte dos Estados Unidos, sabedoria que foi produzida e compartilhada em comunidades e, portanto, as influências de Teotihuacan alcançaram os cantos mais remotos de Anahuac Cen através do toltecas.

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Os antigos Anahuac não viviam em cidades, como os de outras civilizações, como os povos da Mesopotâmia e China, para citar dois casos. Altepetl, que é o nome para se referir ao centro neurológico do huey calpulli, espalhados no campo, uma vez que as cidades eram centros de poder que dominavam e exploravam os núcleos camponeses para se alimentarem. Toltecáyotl instruindo indivíduos, famílias e comunidades para ser auto-suficiente, por isso era conveniente para viver no lugar onde a terra é trabalhada. Lugares como Cantona em Puebla, são excepcionais e são explicadas pela produção intensiva de lugar de obsidiana e foi necessária em todo o Cen Anahuac.

A civilização Anahuac também chamada Tollan, o lugar onde o Toltecáyotl desenvolvido e altepetl, o lugar onde viviam as autoridades civis, administrativas, centros religiosos e educacionais da população. Huey calpulli calpulli era onde as crianças eram enviadad. Então Teotihuacan nunca foi uma “cidade” na concepção ocidental ao menos “o lugar onde os homens aprendiam a se tornar deuses ” porque para os Anahuac não existiam deuses. Teotl em Nahuatl significa divindade e Tihua, que é construído ou o que é criado. E pode, como “terra”.

Os Toltecas de  Teotihuacan eram os teotlalol matini, ou seja, iniciados  no conhecimento sagrado, porque Toltecáyotl, em seu mais alto nível foi considerado teotlamachiliztli ou sabedoria espiritual. Então, tudo o que tinha e foi feito em Teotihuacan era  teoyotl, entendida como coisa divina ou espiritual.

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Se os Toltecáyotl eram as raízes filosóficas e culturais do Cen Anahuac, Teotihuacan era o centro de irradiação, onde os seres humanos estavam treinando com tlamatinini,  professores ou peritos na temachtekatl teotlacualli ou alimento espiritual.

Os toltecas eram pessoas tlaixmatlisitli, aqueles que carregavam o conhecimento, que conheciam os segredos em tlilli, em tlapalli “tinta preta tinta vermelha” conectavam-se com o amoxtlatiloyan ou biblioteca, eram amigos de amoxiutlatiani ou o bibliotecário.

A cultura de Teotihuacan é uma das culturas mais misteriosos do México. Porque desapareceu antes da chegada dos espanhóis no México, não há nenhuma documentação dos espanhóis sobre a sua cultura. Mesmo os astecas na cidade vizinha de Tenochtitlan sabiam muito pouco sobre eles, porque a sua cultura veio muito mais tarde do que o desaparecimento do povo de Teotihuacan.

A cidade de Teotihuacan foi um dos centros religiosos mais importantes da Mesoamérica. Seu horizonte era dominado por duas grandes pirâmides astecas chamado de “Pirâmide do Sol” e “Pirâmide da Lua”, ambos unidas por uma ampla avenida. Era uma cidade planejada com mais de duas mil estruturas. Enquanto os agricultores viviam principalmente em casas de madeira, outras pessoas viviam em casas de pedra, decoradas com pinturas e murais e, em alguns casos, sistemas de drenagem.

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Origem do nome “Teotihuacan”

Foram os astecas que deram o nome de “Teotihuacan,” essa cultura pré-hispânica fascinante, quando chegaram a essas regiões ao redor do ano 1320 D.C. O nome significa “Cidade dos Deuses ou cidade onde os deuses nasceram” porque acreditavam que os deuses se reuniram lá para criarem o sol e a lua depois que o mundo e o universo foram criados. A cidade de Teotihuacan era um local altamente reverenciado pelos astecas e se tornou o centro de peregrinação desde a capital asteca de Tenochtitlan (hoje Cidade do México).

Fonte: Guillermo Marín

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A MITOLOGIA ASTRONOMICA DAS PLÊIADES

Esta imagem foi obtida a partir do arquivo do ESO DSS, com a imagem  DSS2Blue DSS2Red fundidas em uma terceira imagem verde para dar a imagem colorida final. Crédito:Danny & the LaCrue Photoshop ESA / ESO / NASA FITS Liberator

As Plêiades (Objeto Messier 45) são um grupo de estrelas na constelação do Touro. As Plêiades, também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado aberto) M45 são facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios e consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As Plêiades tem vários significados em diferentes culturas e tradições.
O cluster é dominado por estrelas azuis quentes, que se formaram nos últimos 100 milhões de anos. Há uma nebulosa de reflexão formada por poeira em torno das estrelas mais brilhantes que acreditava-se a princípio ter sido formado pelos restos da formação do cluster (por isto receberam o nome alternativo de Nebulosa Maia, da estrela Maia), mas hoje sabe-se que se trata de uma nuvem de poeira não relacionada ao aglomerado, no meio interestelar que as estrelas estão atravessando atualmente. Os astrônomos estimam que o cluster irá sobreviver por mais 250 milhões de anos, depois dos quais será dispersado devido à interações gravitacionais com a vizinhança galáctica.

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Mistérios rondam as Plêiades desde os tempos antigos. Vamos no artigo que segue, falar um pouco deste aglomerado estrelar aberto, o mais brilhante do céu,situado na Constelação de Touro e sua influência em algumas civilizações.
Foi dos gregos que herdamos o seu nome, oriundo da palavra grega “pleios”, que significa “pleno”, “cheio” ou “muitos”. Também pode estar associado à palavra grega “plei”, que significa “navegar”. Na mitologia grega, as Plêiades eram as sete filhas de Atlas e Plêione (uma explicação mais óbvia para o nome das Plêiades refere-se precisamente ao nome da mãe, que, tal como Atlas, também está representada no enxame).. Dá-se-lhes também o nome de Sete-Estrêlo ou Setestrelo, Sete Irmãs, M 45 pela classificação do catálogo Messier, e como Subaru no Japão. Seis das estrelas são visíveis sem o auxílio de telescópios. Aproximadamente 500 estrelas predominantemente de cor branca-azulada pertencem a este aglomerado e a maioria delas são fracas. Situa-se a 380 anos-luz, ou seja, a sua luz demora 380 anos a alcançar-nos. Alcione é a estrela a mais brilhante das Plêiades Sua magnitude aparente é 3 e está a 500 anos-luz da Terra.

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Na mitologia grega
As Miades são sete ninfas, filhas de Atlas e de Plêione, que foram muito amadas pelos deuses, com exceção de uma delas, Mérope, que desposou Sísifo. Um dia em que elas estavam a ser perseguidas, nas montanhas da Beócia, pelo gigante Orion, imploraram ajuda a Zeus. Este transformou-as, imediatamente, em pombas (é este o sentido da palavra plêiades) conduzindo-as para o céu, onde se transformaram em estrelas. Na Primavera, elas brilhavam com grande fulgor, à exceção de Mérope, cujo brilho era mais ténue do que o das suas irmãs.
Existe uma outra explicação para a metamorfose destas ninfas. As Plêiades tinham um irmão, Hias, e cinco irmãs, as Híades. Estas eram citadas como tendo elevado Zeus, em Doclona e, mais tarde, Dioniso em Nisa.
Acontece que Hias foi morto no decurso de uma caçada, deixando as suas irmãs inconsoláveis. Os deuses, por piedade com a dor das jovens, decidiram transformá-las, então, em astros: a aparição das Híades no céu anuncia, a partir de então, a estação das chuvas (este é o sentido da palavra Híades).
Por alusão às sete filhas de Atlas, chama-se plêiade a um grupo de sete pessoas unidas por interesses comuns; a mais célebre piêiade foi aquela que reuniu à volta de Ronsard e de Du Bellay os poetas franceses da Renascença.
Por volta do dia 10 de novembro, as Plêiades nascem logo após o pôr-do-sol, este dia recebe o nome de nascer anti-helíaco das Plêiades, pois o Sol se encontra no lado oeste e as Plêiades no lado leste. Perto de 1o de maio, acontece o ocaso helíaco das Plêiades, pois elas desaparecem do lado oeste, logo após o pôr-do-sol. Depois desse dia, elas não são mais visíveis à noite, até perto do dia 5 de junho quando ocorre, novamente, seu nascer helíaco. Pode-se admitir, então, um ano sideral, baseado no nascer helíaco das Plêiades.
1. Maia, a mais velha das sete Plêiades, foi mãe de Hermes –pai Zeus.
2. Electra, mãe de Dardanus e Iason– pai Zeus .
3. Taygete, mãe de Lacedaemon, pai Zeus
4. Alcyone, mãe de Hyrieus, pai Poseidon
5. Celaeno, mãe de Lycus e Eurypylus – pai Poseidon
6. Sterope (Asterope), mãe de Oenomaus, pai Áries
7. Merope, a mais jovem dos sete Plêiades, foi amada por Órion mas em outros contextos teria casado com Sisyphus e se tornado mortal. Foi a única das Irmãs Plêiades que não se casou com um deus.
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Para os índios brasileiros
Os tupinambás conheciam muito bem o aglomerado estelar das Plêiades e o denominavam “Seichu”. Quando elas apareciam, afirmavam que as chuvas iam chegar, como chegavam, efetivamente, poucos dias depois. Como a constelação aparecia alguns dias antes das chuvas e desaparecia no fim para tornar a reaparecer em igual época, eles reconheciam perfeitamente o intervalo de tempo decorrido de um ano a outro. Da mesma maneira, atualmente para os tembés, que habitam o Norte do Brasil, o nascer helíaco das Plêiades anuncia a estação da chuva e o seu ocaso helíaco aponta a estação da seca. Para os guaranis, do Sul do país, o nascer helíaco das Plêiades anuncia o inverno, enquanto o ocaso helíaco indica a proximidade do verão.É interessante observar que culturas diferentes, habitando regiões distintas e vivendo épocas desencontradas, utilizavam as Plêiades como calendário, mesmo considerando que seu nascer helíaco, nascer anti-helíaco e ocaso helíaco não correspondessem exatamente ao início das estações do ano. Pensamos que, além de sua beleza, outro motivo contribui para essa escolha: as Plêiades estão situa-das a cerca de quatro graus da eclíptica. Por isso, alguns de seus componentes são freqüentemente ocultos pela Lua e ocasionalmente pelos planetas do nosso Sistema Solar. Essas ocultações oferecem um belo espetáculo da Natureza, sendo observadas mesmo a olho nu.
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Para os Aztecas
Os sacerdotes, astrônomos e astrólogos Astecas tinham com um de seus deveres contemplação do céu e o estudo do movimento dos astros. Os livros eram importantíssimos, os colégios dos nobres e os palácio possuíam volumosas bibliotecas. a escrita era uma mistura de ideografia com a escrita fonética, s alguns caracteres derrotaram idéias e objetos, e outros, designavam sons.
No Calendário se encontram representadas a cosmogonia e a cronologia dos antigos mexicanos. Ao centro destaca-se o Sol (Deus Tonatiuh) sedento de sangue com o signo nauiollin, símbolo do nosso universo. Os quatro braços da Cruz de Santo André, correspondentes ao signo Ollin, contêm os símbolos dos quatro antigos Sóis. Em torno destes hieróglifos, círculos concêntricos mostram os signos dos dias (vide abaixo), os anos, representados pelo glifo xiuitl composto de 5 pontos, sendo 4 em cruz e mais outro no meio e, enfim, duas “serpentes de turquesa”, isto é, os dois períodos de 52 anos que correspondem aos 65 anos do planeta Vênus, os dois constituindo o ciclo de 104 anos denominado ueuetiliztli (“velhice”). Os astecas tinham conhecimento precisos sobre a duração do ano, a determinação dos solstícios, as fases e eclipses da Lua, a revolução do planeta Vênus e diversas constelações, como as Plêiades e a Grande Ursa. Eles atribuíam uma atenção especial à mensuração do tempo, numa aritmética que tinha como base o número 20. Ao fim de cada período de 52 anos, acendia-se o “Fogo Novo” no cimo da montanha de Uixachtecatl. Isto era denominado “liga dos anos”. Era comemorado como um verdadeiro “Reveillon” místico com sacrifícios, danças, renovação de utensílio domésticos, etc.
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Para os Incas
Os incas acreditavam que as estrelas eram guardiões celestiais e que cada classe de animal e ave tinha sua própria estrela ou constelação. As Plêiadas, era Collca para os incas, que significava armazém. Ela tinha a responsabilidade de preservar as sementes e era especialmente honrada.
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Para os Maias
Segundo a cronologia Maia, a era atual começou em 10 de agosto de 3113 a. C., data que marca o Nascimento de Vênus, e deve terminar em 22 de dezembro de 2012, quando esta estrela “morrerá” simbolicamente, ou desaparecerá por traz do horizonte ocidental, no mesmo instante em que as Plêiades nascerão a leste. O que para eles será em 2012.
Dezembro de 2012 marca o fim de um ciclo definido pelo calendário Maia. Muitos acreditam que isso se traduzirá em desastres e cataclismas naturais – algo muito próximo da concepção cristã do Juízo Final. Outros acreditam que essa data marcará o fim da ênfase materialista da civilização ocidental. De qualquer modo, as especulações sobre a natureza dessa previsão estão se aproximando cada vez mais da ciência, mais particularmente das transformações que ocorrem ciclicamente com as irradiações solares.
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Para os Egípcios
Na Pirâmide de Quéops, em particular, nota-se um detalhe no mínimo interessante.Os dutos de ventilação que desembocam na Câmara do Rei permitem que, a partir do sarcófago de granito vazio que existe no interior da Câmara, se visualize numa determinada época do ano o “Cinturão de Órion” por um duto, e a estrela Sírius (a (Alpha) Canis Majoris) , pelo outro.
Não seria surpresa portanto que, se fosse dado prosseguimento a esta pesquisa, pudéssemos verificar monumentos e/ou localidades correspondentes a outras estrelas de Órion, como as principais Betelgeuse – a (Alpha) Orionis, Rigel – b (Beta) Orionis, Bellatrix – g (Gamma) Orionis e Saiph – f (Kappa) Orionis, além de outras estrelas importantes para os antigos egípcios como Aldebaran (a (Alpha) Taurii), as Plêiades (Enxame de abelhas como chamam nossos índios – também em Taurus – constelação aliás que marcava o início do zodíaco egípcio.
Algumas estrelas de Touro, em particular Aldebaran, o aglomerado estelar das Hyades e o aglomerado das Plêiades, sempre despertaram um “interesse especial” em outras culturas antigas (Vedas, Hindus, Chineses, Persas, Sumérios, Babilônicos, Gregos, Celtas, Aztecas, Incas, Maias) incluindo Tribos norte-americanas (Navajo, Anasazi, Sioux, etc.) e brasileiras (Tupi-Guarani, Jê, Aruaque, Bororo, Carajás, Txucarramãe, etc.). Além disso, verifica-se a presença de Alcyone (h (Eta) Taurii) como uma das Plêiades. Alcyone tem uma importância fundamental pois é uma espécie de “Estrela Central” de esquemas evolutivos estelares interdimensionais, do qual o Sol faz parte, dimensionando energias (“adaptando” e purificando frequências vibracionais) para este setor Galáctico, onde o chamado “Photon Belt” (Cinturão de Fótons) tem uma ação eterminante no aumento do fluxo energético, principalmente no que tange ao nosso Sistema Solar pois este adentrará uma região do espaço sideral onde as frequências são muito mais aceleradas. Para os estudiosos da Ufologia dita Esotérica (infelizmente ainda esotérica, vimanosófica, avançada, espiritualista – são tantos nomes. – A Ufologia é uma só!), a conexão de civilizações extraterrestres atuantes em Aldebaran, Plêiades (Alcyone), Órion e Sírius é clara e importantíssima neste processo de “Salto Qualitativo” energético da Terra.
Para os indus
Os indus em suas diversas correntes nos trazem muitos dados arqueoastronômicos entre eles sobre as Plêiades. Por exemplo, o Shatapatha Brahmana menciona o levantamento ou surgimento das Plêiades(Krttikas) ” Este teria sido o caso com precisão em 2950 AC e 2000 AC .
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Para os celtas
Os povos celtas celebravam no sabbat Samhaim o mesmo conceito de caos e reversão da ordem normal, acrescentando rituais específicos para reverenciar os ancestrais, práticas mágicas e de adivinhação para atrair amor, fertilidade, boa sorte, saúde e abundância para o ano novo. São algumas destas características que persistiram nas festas Halloween, como nas brincadeiras das crianças pedindo doces ou se fantasiando de fantasmas e nas tradições dos bailes de máscaras.
De acordo com um texto de Plutarco, de facie in orbe lunae, foi possível deduzir que o século de 30 anos dos Druidas começava quando o planeta Saturno, Nyctouros, entrava no ciclo do touro, ou seja, quando todos os 30 anos, nesta época, Saturno e a Lua no seu sexto dia se viam em conjunção com a pequena constelação das Plêiades, a noite da festa de Samhain.
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Na Bíblia
A Bíblia fala de vários objetos astronômicos, além do sol e dos planetas. algumas constelações tais como Ursa Major (Ursa Maior) e Órion também surgem ao longo do texto bíblico. As Plêiades chamadas de “Sete-estrelo” na tradução em português, é citada em três momentos:
*livro de Jó: 9-9
9-9 …quem fez a Ursa, o Órion, o Sete-estrelo e as recâmaras do sul;
*livro de Jó: 38-31
38-31… Ou poderás tu, atar as cadeias do Sete-estrelo, ou soltar os laços de Órion?
*livro de Amós: 5-8
5-8 …procurai o que faz o Sete-estrelo, e o Órion, e torna a densa treva em manhã e muda o dia em noite; o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra: o Senhor é o seu nome.
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No misticismo
As Plêiades foram muito citadas nas Sagradas Escrituras – Bíblia, e em vários ensinamentos de tipo esotérico. Alcione é, precisamente, o Sol principal das Plêiades e ao seu redor gravitam 7 sóis, sendo o nosso sol o sétimo girando ao redor de Alcione. Cada sol é centro de um sistema solar e Alcione é o centro de 7 sistemas solares. Mas, é bom sabermos que Alcione também possui anéis. São maiores que os de Saturno, com a seguinte diferença: enquanto aqueles são compostos de rochas, pedras meteóricas, areia e matéria de diversas espécies, os de Alcione formam um todo único e são radioativos, ou seja, são constituídos de radiações e, segundo os místicos um dia a gravidade emanada das Plêiades mudará o curso da Terra trazendo o caos ou o fim do mundo.
Como vimos, muitos são os povos antigos, muitas são as crenças e ligações entre os homens e as Plêiades, seja na mitologia ou na astronomia como precursoras de solstícios, estações, predições de cataclismas, etc. Crendices ou não é o que nos contam os escritores dos primórdios.
Fonte : 
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Os livros de Chilam Balam

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Tanto os maias e os astecas, desenvolveram profecias que anunciavam a chegada futura de estrangeiros; No entanto, enquanto Montezuma confundiu Hernán Cortés com o retorno do Deus Quetzalcoatl, os Mayas nunca duvidaram de que esses espanhóis fossem simples visitantes (outsiders). Os mayas haviam previsto essas profecias nos livros de Chilam Balam.

A palavra Chilam foi usado pelos índios para designar sacerdotes, feiticeiros e sábios. E o termo balam, embora signifique Jaguar (uma criatura na cultura maia com caráter sagrado), neste caso, foi usado para sugerir uma posição honorária. O Chilam Balam foi o “padre-jaguar”, um título que deve exercer um caracter especial na comunidade maya e, posteriormente, deu o seu nome a este conjunto de livros.

Conhecido como livros Chilam Balam são compostas de um conjunto de 18 obras. Cada uma delas pertencia a uma aldeia maia e o sacerdote ou o líder de cada grupo ficava  responsável pelo cuidado em guardar os ensinamentos dessa escrita. Para distinguir cada um dos livros de Chilam Balam, estes foram identificados com o nome da aldeia de onde vieram. Assim, sabe-se Chilam Balam de Laua, o ixil, que de Tusik, o Chumayel, Mani e Tizimin e todos eles só  os três últimos foram estudados.

Os textos Chilam Balam têm um importante valor mítico-profético carregando em seu conteúdo um profundo conhecimento simbólico simbólico, portanto, a sua interpretação é bastante complexa. Citamos abaixo parte do texto de Chilam Balam de Chumayel estudado por Antonio Bolio Mediz e editado na Costa Rica em 1943. Vamos usar como fonte a edição de : Barrera Vasquez, Alfredo-Rendon, Silvia: O Livro dos Livros de Chilam Balam, FCE, México, 1948.

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Chilam é também um nome comum no Yucatão, por isso o título poderia ser O Livro do Profeta Balam.
Chilam Balam viveu durante as últimas décadas do século XV e provavelmente as primeiras do século XVI e previu a chegada de estranhos de leste (os espanhóis) que estabeleceriam uma nova religião. A realização imediata dessa previsão reforçou a sua reputação como vidente.
Os textos tratam sobretudo de história (tanto pré-hispânica como colonial), calendários, astrologia, ervas medicinais, rituais, catecismos nativos, contos mitológicos da criação do mundo e profecias. Das profecias, a maioria são desfavoráveis: seca, fome, peste, guerra, convulsões políticas, o saque das cidades e o cativeiro dos habitantes.
Nos Livros de Chilam Balam, encontramos duas diferentes séries de profecias para os períodos de tempo chamados Katun (correspondem a 20 anos), englobando os treze katuns que compõem o registo – ou a Roda – de katuns. Esta começa com o Katun 11 Ahau e acaba com o Katun 13 Ahau. Cada Katun tem o seu nome, o seu ídolo ou divindade (“a face do Katun”), uma profecia dos seus eventos e o nome do lugar onde está “estabelecido” o Katun.
A primeira dessas duas séries é a mais antiga, uma vez que pouco tem em conta os acontecimentos que ocorreram após a conquista espanhola, apesar de a mencionar. A sua linguagem é também um pouco mais simbólica do que a da outra série.
A segunda série de profecias é totalmente registada no Chumayel, mas da primeira série, apenas aparecem versões abreviadas das profecias para os Katun 11, 4, 2 e 13 Ahau. A segunda série está completa no manuscrito de Tizimin, que também contém as profecias da primeira série. Nos Livros de Chilam Balam de Mani, Oxcutzcab e Kaua apenas são encontradas as treze profecias da primeira série. Em ambas as séries de profecias Katun, as alusões mais antigas são acerca da história de Itzá.
Os maias sobrepuseram o ciclo Katun à sua história e supuseram que se repetiria infinitas vezes. Assim, o que ocorreu no passado durante um determinado Katun é esperado que volte a ocorrer no futuro em outro Katun do mesmo nome.
Relativamente ao período actual, encontramo-nos no Katun 4 Ahau, que terminará em 2012. A profecia para o Katun 4 Ahau, segundo o Chilam Balam de Chumayel é a seguinte:
“O Katun é estabelecido em Uuc-yab-Nal no Katun 4 Ahau. À boca do poço, UuC-yab-Nal, ele é estabelecido… Deverá amanhecer/nascer no Sul. O rosto do está coberto/escondido; o seu rosto está morto. Há luto/aflição/lamentos por água, há luto/aflição/lamentos por pão. O seu tapete e o seu trono devem enfrentar/dirigir-se para o Oeste. Vómito de sangue é o fardo. Naquele tempo, a sua tanga e o seu manto serão brancos. Inacesível será o pão do Katun. O quetzal virá; o pássaro verde virá. A árvore kax virá, a ave virá. O tapir virá. O tributo deverá ser escondido à boca do poço.”
Nas décadas seguintes, seguir-se-ão os Katun 2, 13 e 11 Ahau, todos eles com grandes tribulações para a humanidade. De destacar no Katun 13 Ahau a referência a um eclipse solar (ou metáfora para algum outro fenómeno que provoque o desparecimento da luz solar) que durará 5 dias.

Fonte: Third Eye

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Os 4 compromissos da filosofia tolteca que “Quebram toda a força vinda do medo” ( Don Miguel Ruiz)

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Alguns livros tem o poder de mudar paradigmas pessoais e de trazer uma nova atitude pra vida de algumas pessoas, e o livro “Os Quatro Compromissos – o Livro da Filosofia Tolteca“, do autor mexicano Don Miguel Ruiz, é um deles. Baseado numa cosmologia conhecida, que entende o mundo como um grande sonho humano criado pela mente, o livro da Filosofia Tolteca (referente a uma civilização que teria vivido há milhares de anos nas cidades mexicanas de Teotihuacan e Tula) busca desfazer o engano dos compromissos mundanos que advém do medo, e propõe quatro novos compromissos que nos levariam à percepção da verdade, das ilusões e do destino pessoal correto em nossas vidas.

Os compromissos são “acordos” de nós para nós mesmos, que teriam o poder de nos fazer gradualmente reganhar as energias que perdemos nos esforços para compensar nossos equivocados medos e poder viver alegria e realização.

Parece um livro de auto-ajuda (essa classificação que arrepia tanta gente séria e inteligente), e, sendo ou não, os compromissos tem notáveis embasamentos psicológicos e filosóficos. Todos eles trabalham no mesmo sentido: o enfraquecimento do poder que damos deliberadamente para as impressões que vem do exterior e o fortalecimento de nosso próprio ser interior. No caso do segundo acordo, por exemplo, “não leve nada para o lado pessoal”, combate a invasiva tentativa dessas impressões exteriores nos convencerem “à força” que são verdadeiras. “Impressões exteriores” aqui é naturalmente força da expressão, usada apenas para designar impressões pré-concebidas, “anteriores”, que não vem necessariamente da realidade do que está acontecendo.

Abaixo, os títulos dos quatro compromissos e um pequeno trecho inicial de cada um, geralmente o primeiro parágrafo, como está no livro de Don Miguel Ruiz. É fundamental ler a introdução do livro, onde é explicada a cosmologia e o que a Filosofia Tolteca diz a respeito da vida e do mundo, e também a parte posterior à descrição dos quatro compromissos, como a que contém “O Caminho Tolteca para a Liberdade“, que traz instruções e explicações. Portanto, é recomendável a leitura do livro inteiro para que os significados e a filosofia sejam compreendidas apropriadamente.

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O PRIMEIRO COMPROMISSO
Seja impecável com sua palavra

“O primeiro compromisso é o mais importante e também o mais difícil de cumprir. É tão importante que apenas com esse primeiro compromisso você serácapaz de transcender ao nível de existência que chamo de céu na Terra. O primeiro compromisso é ser impecável com sua palavra.

O SEGUNDO COMPROMISSO
Não leve nada para o lado pessoal

“Os três compromissos seguintes na verdade se originam do primeiro. O segundo compromisso é: não leve nada para o lado pessoal. O que quer que aconteça com você, não tome como pessoal. Usando oexemplo já mencionado, se o vejo na rua e digo: “Você é um estúpido”, sem conhecê-lo, não estou falando de você, estou falando de mim. Se você levar parao lado pessoal, talvez acredite que é estúpido. Talvez possa dizer para si mesmo:”Como ele sabe? Será clarividente ou todos percebem que sou estúpido?”. Você leva tudo para o lado pessoal porque concorda com o que está sendo dito.Assim que concorda, o veneno passa através de você e o prende no sonho do inferno. O que causa a sua própria captura é o que chamamos de importância pessoal. Importância pessoal, ou levar as coisas para o lado pessoal, é a expressãomáxima do egoísmo porque cometemos a presunção de achar que tudo é sobre”nós”.

O TERCEIRO COMPROMISSO
Não tire conclusões

“O terceiro compromisso é não tire conclusões. Nós temos a tendência para tirar conclusões sobre tudo. Presumir. O problema com as conclusões é que acreditamos que elas são verdadeiras. Poderíamos jurar que são reais. Tiramos conclusões sobre o que os outros estão fazendo e pensando – levamos para o lado pessoal-, então os culpamos e reagimos enviando veneno emocional com nossa palavra. Por isso sempre que fazemos presunções estamos pedindo problemas. Tiramos uma conclusão entendemos errado, levamos isso para o lado pessoal e acabamos criando um grande drama do nada. Toda tristeza e drama que você passou em sua vida foram causados por tirar conclusões e levar as coisas para o lado pessoal. Pare um instante para examinar essa afirmativa. Toda a teia de controle entre seres humanos é sobre tirar conclusões e levar as coisas para o lado pessoal. Todo o nosso sonho de inferno é baseado nisso.

O QUARTO COMPROMISSO
Sempre dê o melhor de si

“Existe apenas mais um compromisso, porém é o que permite que os outros três se tornem hábitos profundamente enraizados. O quarto compromisso se refere à ação dos outros três: Sempre de o melhor de si. Sob qualquer circunstância, sempre faça o melhor possível, nem mais nem menos. Porém, tenha em mente que o seu”melhor” nunca será o mesmo de um instante para outro. Tudo está vivo e mudando o tempo todo; portanto, fazer o melhor algumas vezes pode produzir alta qualidade e outras ‘vezes não vai ser tão bom.

Quando você acorda, descansado e energizado, de manhã, o seu “melhor” tem mais qualidade do que quando você está cansado, à noite. Seu “melhor” possui mais qualidade quando você está saudável do que quando doente, ou sóbrio em contraposição a bêbado. Seu “melhor” vai depender de você estar se sentindo maravilhosamente feliz ou aborrecido, zangado ou ciumento. Nos diferentes estados de espírito do dia, seu humor pode mudar de um instante para outro, de uma hora para outra ou de um dia para outro. Seu “melhor” também irá se alterar ao longo do tempo. À medida que você se habitua aos quatro compromissos, seu “melhor” irá se tornar mais e mais eficiente. Independente da qualidade, continue dando o melhor de si, nem mais nem menos.”

* Toda a sua mente é um nevoeiro que os toltecas chamam de mitote. Sua mente é um sonho em que mil pessoas conversam ao mesmo tempo, e ninguém entende o outro. Essa é a condição da mente humana – um grande mitote, e com esse grande mitote você não consegue enxergar o que realmente é.
Ser um guerreiro Tolteca, espiritual, é lutar contra esse nevoeiro.
Referências:
Os quatro compromissos – o livro da Filosofia Tolteca – Don Miguel Ruiz – editora Best Seller
Quero Viver num Planeta que RI – Conceição Trucom – edição independente na forma de livro eletrônico.

Fonte: 

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Códices Maias

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Quatro sistemas de escrita foram desenvolvidos na Meso-América: zapoteca, mixteca, maia e asteca. Delas, a maia era a mais elaborada. O sistema não foi obra pura deste povo, mas influenciado por uma civilização anterior, a dos olmecas, que existiu na região do México entre 1500 e 400 a.e.c. A escrita maia era aparentemente não alfabética, composta por cerca de 1 mil glifos (carácteres), que ora representam sons, ora símbolos. Ou seja, já apresentava elementos de uma linguagem fonética. Até pouco, tempo, apenas 180 destes sinais haviam sido identificados – hoje, com a ajuda de um programa de computador, já foram decifrados cerca de 500.

As dificuldades em decifrar a escrita maia são inúmeras. Primeiramente, os glifos não representam apenas sons ou ideias. Podem representar ambos ou também ter mais de um significado. Além disso, muitos conceitos maias podem ser escritos de mais de uma maneira. Os números, por exemplo, podem ser representados pelo sistema numérico maia ou pela imagem do deus a ele associado. Ou pela combinação dos dois.

PRESENTE DIVINO

Os maias consideravam a escrita um presente sagrado dos deuses. Ler e escrever era um tesouro dos deuses. Ler e escrever era um tesouro reservado para uma pequena classe privilegiada, que acreditava poder interagir diretamente com as divindades.

As inscrições eram entalhadas na pedra e na madeira ou pintadas em papel e cerâmica. Havia também os livros – ou códices, um tipo de bloco de papel confeccionado a partir de fibras vegetais coberto com resina vegetal e uma fina camada de cal. Era dobrado de forma sanfonada, sendo que as folhas eram utilizadas dos dois lados. Os códices também podiam ser feitos a partir de peles de animais, que eram igualmente dobradas. Nas inscrições, os maias contavam histórias do cotidiano, faziam um registro acurado da passagem do tempo, registravam descobertas e descreviam cultos religiosos.

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A maior parte dos livros maias foi destruída pelos conquistadores espanhóis. O conhecimento que chegou até os dias atuais deve-se aos relatos de europeus como o bispo Diego Landa que ao redor de 1566, escreveu um livro sobre o assunto. Para a obra, consultou índios que tinham sido alfabetizados para registrar os nomes dos 20 dias do mês e dos 18 meses do ano maia.

Aparentemente apenas três livros, que hoje se encontram nos museus europeus de Dresden, Madri e Paris, escaparam das fogueiras ateadas pelos lunáticos espanhóis para destruir este material considerado “pagão”.

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METROS DE CONHECIMENTO

São obras de porte. Desenrolado, o belo códice exposto em Dresden, batizado de Códex Dresdensis, mede 3,5 metros de comprimento e contém 78 páginas. Foi a partir de sua análise que os estudiosos mataram a charada do calendário maia e ficaram sabendo que aquele povo conhecia bem o movimento do planeta Vênus, bem como o de Mercúrio.

O códice que se encontra na cidade espanhola de Madri, chamado de Códex Tro-Cortesianus, é ainda maior. Possui 7,15 metros de comprimento e 112 páginas. Já o códice de Paris, batizado Códex Peresianus, foi o que chegou em pior estado até os dias atuais tem 1,45 metros de comprimento e 22 páginas e esta exposto na Biblitoéca Nacional da França, assim como a obra exposta no museu madrilenho, registra rituais religiosos.

Fonte: Márcia Gimenez & Mônica Martinez

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Dramas de Controle – A disputa pela energia – Jornada Espiritual

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Nós, seres humanos, disputamos energias constantemente e o fazemos com o fim de nos erguer psicologicamente. Acreditamos que precisamos receber atenção, amor, reconhecimento, apoio e aprovação dos outros e assim adotamos uma maneira de puxar energia em nossa direção, e a ação é a mesma interação que tínhamos com nossos pais quando éramos crianças.

Neste caso,  precisamos evoluir conscientemente para nos livrarmos de nossas atitudes temerosas, crenças e comportamentos  voltados para o controle de nosso fluxo de energia pessoal.

Canalizamos, normalmente, uma quantidade de energia muito pequena, praticamente o essencial para sobrevivermos. Sendo assim, necessitamos de outras fontes para obtenção de energia. Para as nossas atividades cotidianas, canalizamos energia através dos alimentos, da respiração, através dos chacras, dentre outras. Mas uma das mais preocupantes formas de obtermos energia, é através de outras pessoas… isso mesmo… roubamos energia de outras pessoas.

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Quando duas ou mais pessoas interagem, eles literalmente fundem seu campo eletromagnético, juntando as energias, fazendo com que se tornem um único padrão vibracional. Dessa maneira, quem vai controlar essa energia?

Se um dos dois consegue dominar o padrão energético, fazendo com que o outro aceite o seu ponto de vista, então esse ser capturou para si a energia de ambos, sentindo assim uma imediata sensação de poder, euforia, segurança, etc (podemos observar esse fenômeno quando duas pessoas discutem; o que perde a discussão se sente inferiorizado, diminuído, que é o fator energético perdido). Quando isso acontece denominamos Drama de Controle.

Este fenômeno foi muito bem colocado por James Redfield em seu livro “A Profecia Celestina” e explicado mais profundamente em “A Visão Celestina”. James Redfield diz que existem 4 tipos principais de Dramas de Controles:

2  agressivos: o intimidador e o interrogador

2 passivos: o distante e o coitadinho de mim (vítima)

O Intimidador: o mais agressivo dos Dramas de Controle.

Podemos perceber que entramos no Drama de Controle do Intimidador quando, além de nos sentirmos exaustos e cansados, sentimo-nos ameaçados, amedrontados e até em perigo. Os intimidadores conseguem que todos prestem atenção neles por meio de uma atitude espalhafatosa, da força física, de ameaças ou de explosões inesperadas.

Pessoas que utilizam esse Drama de Controle servem-se de métodos que geram o medo, deixando bem claro que a qualquer momento podem explodir em raiva ou se descontrolar, podendo até utilizar violência. A estratégia do Intimidador é controlar o nosso padrão vibracional através do medo e da imposição. Quando alguém nos dá o entendimento de que pode ser violento ou superior, ou crie um ambiente qualquer em que nos sentimos ameaçados, fazemos questão de observá-la atentamente e, como vimos antes, onde a atenção é dispensada a energia é enviada. Sentimo-nos confusos e com medo, começamos a enxergar a situação com a possibilidade de nos machucarmos, começamos a imaginar a situação tornando-se real, ou seja, olhamos o mundo sobre o ponto de vista do Intimidador e, ao fazer isso, damos energia a ele.

Basicamente egocêntricos, o comportamento dessas pessoas pode variar entre a mania de mandar em todo mundo, falar continuamente, ter um comportamento autoritário, ser inflexível e sarcástico e ser violento. Os intimidadores são provavelmente os indivíduos mais desligados da energia universal. Eles envolvem inicialmente os outros criando uma aura de poder.

Cada um dos quatro dramas de controle cria uma dinâmica específica de energia chamada de drama combinado. Por exemplo, o drama combinado criado por um Intimidador é basicamente o Coitadinho de Mim – uma dinâmica de energia extremamente passiva. O Coitadinho de Mim, sentindo que o Intimidador está lhe roubando energia numa escala assustadora, tenta interromper o intercâmbio ameaçador assumindo uma atitude submissa e indefesa como: “Olhe só o que você está fazendo comigo. Não me magoe, sou muito fraco.” O Coitadinho de Mim está tentando fazer o Intimidador sentir-se culpado a fim de interromper o ataque e recuperar o fluxo de energia. A outra possibilidade para um drama combinado é o Contra-Intimidador. Este drama ocorrerá se a atitude do Coitadinho de Mim não funcionar, ou, o que é mais provável, se a personalidade da outra pessoa também for agressiva. Esta pessoa então reagirá ao Intimidador original. Se seu pai ou sua mãe tiver sido um Intimidador, é bem provável que um dos pais dele ou dela tenha sido um Intimidador ou um passivo Coitadinho de Mim.

O Interrogador

Os Interrogadores são fisicamente menos ameaçadores, mas ainda assim são agressivos, pois abatem o espírito e a vontade ao questionar mentalmente todas as atividades e motivações. A estratégia usada é a crítica para adquirir energia dos outros.

Críticos hostis, eles buscam maneiras de apontar os erros dos outros. Quanto mais eles se ocupam de suas falhas e erros, mais você os observa e reage a cada movimento deles. Quanto mais você se esforça para provar que está certo ou responder a eles, mais energia você manda na direção deles. Tudo que você disser provavelmente será usado contra você em alguma ocasião. Você se sente como se estivesse sendo constantemente vigiado, controlado.

Indivíduos hipervigilantes, eles podem ser cínicos, céticos, sarcásticos, atazanadores, perfeccionistas, donos da verdade e até perversamente manipuladores. Eles envolvem inicialmente os outros com sua perspicácia, lógica infalível, fatos e intelecto.

O método inconsciente utilizado pelo Interrogador é apontar alguma coisa sobre nós que nos desequilibre, na esperança de nos convencer da sua verdade em relação à crítica para que adotemos a sua visão do mundo, assumindo o seu ponto de vista; quando isso acontece, fornecemos ao Interrogador um fluxo regular de energia.

Como pais, os Interrogadores geram crianças Distantes e algumas vezes Coitadinhos de Mim. Os dois tipos querem escapar à fiscalização do Interrogador. Os distantes querem evitar ter que responder (e ter sua energia exaurida) ao constante escrutínio e provocação do Interrogador.

O Distante

Percebemos que estamos entrando em um padrão vibracional relativo a esse drama quando iniciamos uma conversa e de repente percebemos que não estamos conseguindo obter uma resposta direta, ou melhor dizendo, a pessoa se mantém distante, desligada, misteriosa em suas respostas, forçando-nos a gastar tempo (energia) recolhendo informações que normalmente são fornecidas de maneira simples e casual. Ao fazer isso, estamos intensamente concentrados no mundo da pessoa, olhando pelos seus olhos, obtendo assim, o seu ponto de vista e assim estamos lhe dando a carga de energia que ela busca.

As pessoas distantes vivem presas em “seu mundo interior de lutas não o resolvidas, temores e insegurança. Elas acreditam inconscientemente que se parecerem misteriosas ou desligadas, as outras pessoas procurarão agradá-las. Com frequência solitários, eles se mantêm à distância por medo de que os outros imponham a vontade deles ou questionem suas decisões (como o faziam seus pais Interrogadores). Achando que têm que fazer tudo sozinhos, eles não pedem a ajuda de ninguém. Precisam de “muito espaço” e freqüentemente evitam assumir compromissos. Quando crianças constantemente não lhes era permitido satisfazer sua necessidade de independência nem eram reconhecidos pela sua identidade.

Seu comportamento varia entre desinteressado, inacessível, pouco cooperativo, superior, repudiador, contrário e furtivo.

Hábeis em usar o desligamento como defesa, eles tendem a interromper a própria energia através de frases como “sou diferente dos outros”, “ninguém realmente compreende o que estou tentando fazer”, “estou confuso”, “não quero jogar o jogo deles”, “se ao menos eu tivesse…” As oportunidades escapolem enquanto eles analisam tudo em excesso. Diante de qualquer indício de conflito ou confrontação, o Distante torna-se vago e pode literalmente desaparecer (filtrando telefonemas ou deixando de cumprir compromissos). Eles envolvem inicialmente as pessoas através de sua persona misteriosa e inacessível.

Temos que saber discernir entre pessoas que utilizam o Drama de Controle do Distante e pessoas que, em determinadas situações, preferem o anonimato. Os Distantes normalmente geram Interrogadores, mas também podem participar de dramas com Intimidadores ou Coitadinhos de Mim porque estão no centro do continuum.

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O Coitadinho de Mim (Vítima)

O mais passivo dos controladores. Neste drama de controle a pessoa ao invés de brigar diretamente pela energia, procura ganhar a atenção manipulando o sentimento de solidariedade de sua vítima.

Podemos perceber que entramos no campo vibracional deste drama quando somos atraídos imediatamente para um tipo de diálogo que nos tira do nosso centro de equilíbrio. Começamos a nos sentir culpados sem motivo aparente, é como se estivéssemos sendo colocados nesse papel pela outra pessoa. Toda vez que a pessoa deste drama precisar de energia, inconscientemente vai exercê-lo para obter atenção, e para onde a atenção é dirigida, energia é enviada. No mundo do “Coitado”, a única maneira de agir é pedir simpatia através da culpa e de rejeições denunciadas.

Os Coitadinhos de Mim nunca acham que têm poder suficiente para enfrentar o mundo de uma forma ativa, de modo que despertam compaixão, atraindo energia em sua direção. Quando empregam a técnica silenciosa, eles podem escorregar, mas sendo Coitadinhos de Mim, eles fazem tudo para garantir que o silêncio não passe despercebido.

Sempre pessimista, o Coitadinho de Mim chama atenção para si demonstrando preocupação, suspirando, tremendo, mantendo o olhar fixo num ponto distante, respondendo lentamente às perguntas e recontando dramas e crises comoventes. Ele gosta de ser o último da fila e submeter-se à vontade dos outros. Suas duas palavras prediletas são: “Sim, mas…”

Os Coitadinhos de Mim seduzem inicialmente por serem vulneráveis e precisarem de ajuda. No entanto, eles não estão realmente interessados em soluções porque perderiam sua fonte de energia. Eles também podem exibir um comportamento excessivamente obsequioso que acaba por fazer com que eles achem que os outros estão se aproveitando deles e reforçam seu método de obter energia. Na qualidade de adaptáveis eles têm pouca habilidade para estabelecer limites, e podem ser persuasivos, defensivos, ter o hábito de pedir desculpas, explicar várias vezes a mesma coisa, dizer coisas demais e tentar resolver problemas que não lhes dizem respeito. Eles são receptivos a serem tratados como objetos, talvez por sua beleza ou favores sexuais, e depois se ressentem de não serem tratados com consideração.

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Os Coitadinhos de Mim sustentam sua posição de vítima atraindo as pessoas que os intimidam. Nos ciclos extremos da violência doméstica, o Intimidador envolve o Coitadinho de Mim em episódios cada vez mais violentos de abuso com relação ao Coitadinho de Mim até que um clímax é atingido. Depois do clímax, o Intimidador recua e pede desculpas, enviando desse modo uma energia que atrai o Coitadinho de Mim de volta ao ciclo.

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Superando os nossos dramas de controle

A tendência humana é ignorar ou rejeitar as queixas alheias em relação ao nosso padrão de comportamento para darmos continuidade ao estilo de vida que escolhemos. Dentro da consciência humana podemos detectar a enorme dificuldade em enxergar o nosso comportamento de modo mais objetivo ou mais direto. Estando consciente a respeito das disputas energéticas na sociedade humana, o nosso desafio maior é nos observarmos atentamente, para que possamos identificar o nosso conjunto particular de teorias e as intenções que constituem o nosso Drama de Controle e encontrar outra experiência que nos permita a abertura para a nossa energia interior.

A chave para abandonar o nosso ‘drama de controle’ é trazê-lo a nossa plena consciência, e fazemos isso retornando a nossa infância familiar e analisando como aprendemos a chamar atenção, dominar os outros e sugar a energia deles. Adotamos uma maneira de puxar a energia em nossa direção através do tipo de interação que tínhamos com nossos pais quando éramos crianças.

A maneira como nossos pais nos tratavam e o modo como nos sentíamos perto deles, foi nosso primeiro campo de treinamento para aprender a controlar a energia, de modo que ela fluísse para nós, é exatamente por isso que nós formamos OS DRAMAS DE CONTROLE, quando criança tivemos que criar uma estratégia para obtermos atenção e a nossa própria energia de volta.

Com o passar dos anos fomos desenvolvemos cada vez mais,  nosso drama de controle particular, em função da relação que tivemos com nossos pais, e a partir disso, passamos a vida usando negativamente dessas estratégias de CONTROLE.

Uma das primeiras providências que precisamos tomar para evoluir conscientemente é nos livrarmos de nossas atitudes, temores, informações erradas e comportamentos passados voltados para o controle do fluxo de energia.

Precisamos reinterpretar a experiência familiar de um ponto de vista evolutivo, espiritual, então descobrimos quem somos, nossos ‘dramas de controle’ desaparecem e nossas vidas decolam.

O livro “A Profecia Celestina” nos diz o seguinte:

“Cada um de nós precisa voltar ao passado, recuar à nossa experiência familiar, e descobrir como este hábito se formou. Observar seu início mantém na consciência nossa forma de controlar. Lembre-se de que quase todos os membros da nossa família também estavam atuando num drama, tentando puxar energia de nós, as crianças. É exatamente por isso que tivemos que formar um drama de controle. Tivemos que criar uma estratégia para obter a energia de volta. Sempre desenvolvemos nosso drama particular em função dos membros da nossa família. Não obstante, tão logo reconhecemos a dinâmica de energia da nossa família, podemos passar ao largo dessas estratégias de controle e observar o que estava realmente acontecendo.

Veja em qual drama você se reconhece, conscientize-se desse comportamento destrutivo, transforme sua atitude internamente e alcance equilíbrio  e  harmonia verdadeira  em sua vida:

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  1. PESSOA INTIMIDADORA:

COMPORTAMENTO EXTERIOR: Chamam a atenção pelas atitudes espalhafatosas, pela forca física, ameaças ou explosões inesperadas. Sempre dominam a conversa, seu comportamento varia entre a mania de mandar em todos e falar continuamente, autoritários, inflexíveis, sarcásticos e violentos. São os mais desligados da energia universal. Envolvem os outros criando uma aura de poder.

LUTA INTERIOR: Medo de ser controlado, de não ter o suficiente, de não ter atenção, de fazer tudo sozinho, de morrer.

FAZ OS OUTROS SE SENTIREM: Com medo, raiva, vontade de se vingar, insignificante.

DRAMA COMBINADO: Coitadinho de mim.

2 – PESSOA INTERROGADORA:

COMPORTAMENTO EXTERIOR: Abatem o espírito e a vontade ao questionar mentalmente todas as atividades e motivações, críticos hostis, buscam maneiras de apontar os erros alheios. Podem ser cínicos, citemos donos da verdade e manipuladores, controlando a todos com sua perspicácia, lógica infalível e intelecto.

LUTA INTERIOR: Falta de reconhecimento quando criança. Medo do abandono quer sempre uma prova de amor; relacionamentos dependentes.

FAZ OS OUTROS SE SENTIREM: Controlados, insignificantes e errados.

DRAMA COMBINADO: Distante.

3 – PESSOA DISTANTE:

COMPORTAMENTO EXTERIOR: Presos ao mundo interior de lutas não resolvidas, temores e inseguranças, acreditam inconscientemente que se parecem misteriosos ou desligados, os outros procurarão agrada-lo. Solitários, se mantém a distancia, por medo de que os outros imponham sua vontade que questionem suas decisões. Não pedem ajuda e precisam de “muito espaço”. Evita assumir compromissos, quando percebem que seu alheamento pode ser a causa de sua falta de amor, dinheiro, autoestima ou de seu sentimento de estagnação e confusão. São desinteressados, inacessíveis, pouco cooperativos, superiores, repudiados, contrários e furtivos.

LUTA INTERIOR: Medo de não conseguir sobreviver, falta de autoconfiança, pânico de ficar encurralado, não consegue saber o que sente. Faz os outros se sentirem desconfiados.

DRAMA COMBINADO: Interrogadores podendo participar de Dramas com intimidadores ou coitadinhos de mim.

4 –  PESSOA COITADINHA DE MIM

COMPORTAMENTO EXTERIOR: Nunca se sentem preparados para enfrentar o mundo de maneira ativa, empregam a técnica silenciosa, porem fazendo tudo para garantir que seu silencio não passe despercebido, sempre pessimista, demonstram preocupação, suspirando, tremendo, mantendo o olhar fixo num ponto distante, recontando seus dramas e crises comoventes.  Gostam de ser o ultimo da fila e submeter-se a vontade dos outros, possuem pouca habilidade para estabelecer limites, tentam resolver problemas que não lhe dizem respeito, seduzem por serem vulneráveis e precisar de ajuda, no entanto, não estão realmente interessados em soluções, porque perderam sua fonte de energia.

LUTA INTERIOR: Sofre por não ser notado, tem medo de mudar e perder o amor das pessoas sente que não se importam com ele, e dependente nas relações, tem necessidade de ser reconhecido.

FAZ OS OUTROS SE SENTIREM: Culpados

DRAMA COMBINADO: Intimidador.

Já identificou o seu e dos outros que o rodeia? Vamos ver quais são as práticas para alcançar a transformação:

1 – PESSOA INTIMIDADORA EM LÍDER: Ligado à verdadeira fonte de poder encontrara mais auto-estima ao usar suas qualidades de liderança. Decidido e confiante, com mais possibilidades de apreciar os desafios e obter a cooperação dos outros.

2 – PESSOA INTERROGADORA EM ADVOGADO: Canalizando para a pesquisa sua tendência para questionar, empregando suas habilidades como: Professor, consultor ou advogado.

3 – PESSOA DISTANTE EM PENSADOR: Livre da necessidade de permanecer um estranho busca profundos recursos intuitivos interiores para levar sua sabedoria e criatividade a sua carreira de: Padre, curador ou artista.

4 – PESSOA COITADINHA DE MIM EM REFORMADOR: Vivenciando um verdadeiro carinho e unidades tornam-se capaz de permanecer firme em sua fonte interior, tornando-se um amoroso reformador, assistente social ou curador.

Fonte: Luara Aurin

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